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TESTEMUNHO - MISSÕES FAMILIARES

Convite...dúvidas...SIM. Preparativos, preocupações e muita expectativa...Foi assim que começamos a nos preparar para participarmos da “I MISSÃO FAMÍLIA TABOR”. Foram 4 dias onde experimentamos dois tipos de vivência e convivência: a da família de Schoenstatt e das famílias de General Câmara - RS, cidade escolhida para as missões/18 “por uma nova terra mariana”. Como família unionista gostaríamos de testemunhar aqui um pouco do que foi esta vivência/convivência, principalmente com a nossa família Schoenstatiana, que era composta por vários ramos: JUMAS, JUFEM, MÃES, UNIÃO E LIGA DE FAMÍLIAS, CAMPANHA DA MÃE PEREGRINA, POSTULANTES E IRMAS DE MARIA. Ao longo dos quatro dias cada ramo viveu com muita intensidade o seu modo de ser. E é aqui que nós podemos testemunhar nossa vida familiar, como é nosso dia a dia. Pudemos reacender a esperança e a coragem de muitos jovens de que é possível sim constituir uma família, de ter filhos e que todos os esforços e sacrifícios valem muito a pena!!! Testemunhar que não estamos sozinhos, que nossa Mãe está conosco e o bom Deus nos concede todas as graças necessárias para conduzir nossas famílias, testemunhar que é sim na família que criaremos o novo homem, mas o principal minha gente foi ver como nossos filhos (Matheus 16, Isadora 8 e Germano 6 anos) viveram essa experiência. Com que seriedade, bravura e heroísmo vestiram a camisa e saíram pelas ruas levando nossa MTA à outras famílias que não A conheciam. Com que ânimo e coragem acordavam cedo, enfrentavam sol, calor, longas caminhadas e no final do dia ainda nos acompanhavam em todas atividades pós missões (missas, terços, vivências e apresentações). Se a nós nos surpreenderam, imaginem qual foi a reação das pessoas daquela comunidade que nos receberam. Os nossos pequenos simplesmente conquistaram o coração de cada pessoa que esteve conosco. Sem dúvida devemos muita gratidão a Nossa querida Mãe por tantas graças e bênçãos. Sem vanglória ou orgulho, fomos sim um pouquinho do nosso Ideal... Família Santa do Pai Tabor para o Mundo. Também pudemos experimentar a riqueza da espiritualidade que nosso Fundador deixou para cada ramo de sua grande obra...como são importantes e necessárias umas para as outras...e que todas com suas características e carismas formam um grande conjunto...a grande unidade que devemos formar entre nossos ramos... Uma só família, uma só batida, um só coração!!! Juciliano e Veridiana Caliari Região Sul / XVII Curso

JUCILIANO E VERIDIANA CALIARI / XVII Curso Região Sul
Testemunho de Elaine Melquiades

 

 Meu primeiro contato com o Movimento de Schoenstatt foi quando entrei na Juventude Feminina, no final dos anos 90, não sabia nada de Schoenstatt e muito menos do Padre José Kentenich. Lembro-me das vezes que visitei o Santuário da Esmagadora da Serpente em Londrina, ficava olhando aquele vitral colorido com aquele senhor barbudo e me perguntava que faz ele aqui nessa Capelinha? Aos poucos fui tomando conhecimento e lendo sobre sua vida, sobre os marcos Históricos, pois nessa época já era dirigente de grupos de Jufem e precisava falar sobre o Fundador às meninas. Foi quando participei de um encontro onde tivemos uma vivência na Capela Histórica do Colégio Mãe de Deus, lá pude ver os paramentos e objetos que ele usou em suas vindas à Londrina, o que me causou uma grande curiosidade em conhecê-lo ainda mais. No ano de 2001 selei minha Aliança de Amor com Maria. Após isso o meu encantamento por Schoenstatt e consequentemente com o Pai se tornou ainda maior. Em 2001 eu e meu esposo começamos a namorar e ele muito schoenstattiano, sempre me contava coisas lindas a respeito do Padre Kentenich, nessa época me senti chamada a selar uma Aliança Filial com ele, foi em 31/05/2002, data especial para Schoenstatt o terceiro marco histórico. Lembro-me que nesse dia senti uma alegria imensa, era como se o Pai tivesse me segurando pelas mãos. O símbolo que escolhi para essa aliança é aquele de uma menininha bem pequena repousando nas mãos do Pai, é assim que me sinto desde então com ele. Em 2017, a Mãe de Deus preparava um encontro especial e eu não imaginava que poderia finalmente me encontrar com Ela e com o Padre Kentenich em Schoenstatt, isso se deu após muitos anos de economia e capital de graças. Tive a oportunidade de realizar o sonho de conhecer aquele “Belo Lugar” com minha família. Todos os lugares lá tem uma presença muito forte do Pai, o Santuário Original, a Igreja da Adoração, as casas onde ele viveu, e no seu túmulo fizemos a Aliança Filial em família, um momento profundo de entrega e encontro com o Fundador. Deixamos nossa foto em seu túmulo e levamos também as fotos e intenções de muitos amigos e familiares. O encontro mais especial de todos com o Fundador em Schoenstatt aconteceu um dia ao anoitecer, eu estava rezando no santuário original, e de repente olhei para fora, e da janelinha do santuário, pude enxergar uma luz acesa ao longe, na hora fiquei curiosa e me perguntei de onde vinha essa luz? No decorrer do encontro que participávamos, havia uma visita programada a uma das casas dos arredores (a Casa Aliança) e a Irmã que nos acompanhava ao se aproximar de um dos cômodos dessa casa nos contou que daquela janela, que foi o quarto do Padre Kentenich, todos os dias ele dava a sua bênção a todos os que se encontravam no santuário, e que a luz desse quarto sempre permanecia acesa dia e noite, para que os schoenstattianos se lembrassem do Pai que os acompanhava e os abençoava todos os dias de sua janela. Senti naquele momento muito forte sua presença, como se ele estivesse naquele quarto abençoando a todos que estavam no santuário. Pois bem, a partir do outro dia e os próximos que ficamos em Schoenstatt não pude conter a emoção de chegar no santuário, não importava a hora do dia ou da noite, olhava para o lado e avistava ao longe naquela enorme casa uma janelinha com uma luz acesa, eu sentia o Pai me abençoando. Desse momento em diante minha vinculação a ele passou a ser muito maior, em muitas oportunidades lhe pergunto o que fazer ou o que ele faria se fosse hoje? Como ele reagiria em determinadas situações? Enfim, para mim, o Pai Fundador é um reflexo de Deus Pai, estar em contato com ele me leva a encontrar-me com Deus, esse Pai que me acolhe e me têm em suas mãos como uma menininha. Ele sempre está a me abençoar e me acompanhar, basta que eu abra a janelinha do meu coração e o deixe entrar.

 Elaine Melquiades XIX curso União de Famílias/PR

Elaine Melquiades Londrina/Paraná
TESTEMUNHO COM PADRE JOSE KENTENICH

Nossa historia com Pai e Fundador começou a se fazer aos poucos, no decorrer dos encontros, dos estudos. Bem se diz, “quanto mais se conhece mais se ama! ” Essa verdade aconteceu concretamente em nossas vidas. E o que mais nos apaixona ainda hoje na vida de nosso Pai, é a ação magnânima da Divina Providencia em sua vida. A frase estar: “Com a mão no pulso do tempo, e o ouvido no coração do Pai”, é o que mais nos impulsiona, em qualquer situação que a vida nos apresenta. Partilhando fatos concretos: No começo da caminhada na União de Famílias, creio que muitos passam por essa dúvida: será que essa é a nossa vocação? Vários motivos nos faziam fazer esse questionamento: 1. Condição financeira, pois nosso curso foi composto por casais de varias cidades, e para nos reunirmos cada um precisaria de deslocar de muito longe. E também porque já tínhamos a consciência que se fazíamos parte da comunidade, precisaríamos também nos comprometer financeiramente com ela. 2. A questão dos estudos, somos simples, só temos a 8ª serie, e para nós era muito difícil assimilar as leituras, palavras difíceis, etc... Enfim, teve outros motivos para duvidarmos desse chamado, como já pertencíamos ao movimento, através da Campanha da Mãe Peregrina, o amor a Mãe de Deus movia nosso coração a continuarmos o nosso caminho. Fomos aprendendo a medida em que fomos nos aprofundando nos estudos, pela vida de nosso Pai, a absorvermos a maneira prática dele viver as circunstâncias que a vida lhe apresentava. E o que mais nos chamou atenção, e deu toda a direção a nossa vocação, foi viver concretamente a Fé Pratica na Divina Providência. Cada situação, cada dificuldade, que não foram poucas, o que nos fez dizer sim sempre, foi essa confiança que tudo provem da bondade e da misericórdia do Pai do Céu. Nós enfrentamos, e ainda passamos, por muitas dificuldades financeiras, mas nem por isso faltamos nos encontros, ou reuniões por esse motivo, ao contrário, nós dizemos sim a qualquer compromisso de nossa comunidade, e em nossas orações pedimos: se a Mãe e o Pai querem a nossa presença “Eles vão providenciar” e acontece simplesmente, nunca passamos necessidades, pelo contrário, como o Pai tem sido generoso, e cada vez mais experimentamos essa gostosa pertença, somos da União e a União é nossa. Na questão dos estudos, tem muita coisa que ainda não entendemos bem, mas como aprendemos de nossos Pais espirituais, Oscar e Maria Inês, queridíssimos, “a voz do Pai e Fundador para nós”, responsáveis pela nossa permanência na União de Famílias, que em tudo, o que mais precisamos é entender que somos chamados a esta vocação, sentir-se “faço parte”, depois, viver o carisma ao qual foi chamado, ser fiel a ascese, ter claro seu ideal pessoal e esforçar para conquista-lo. Tudo aprendemos pela vida de nosso amado Pai e Fundador, a escutar através da voz dos acontecimentos, a voz do tempo, a voz das pessoas queridas, dos nossos amadíssimos irmãos de Curso, que é sem dúvida a família que o Céu nos presenteou. E o que falar de nosso saudoso Pe. Ottomar, sem dúvida a presença do Pai e Fundador em pessoa, nestes últimos acontecimentos de nossa vida, nos direcionou com tanto amor, que só podíamos ver o amor da Mãe e do Pai por nós! Tudo ação amorosa da Providência Divina. Tudo isso regado por uma profunda vida de oração, uma vivencia diária em família em nosso Santuário-lar, que por sinal não poderia ter outro nome: “Santuário- lar, Mãe da Divina Providencia”. Claro que a fé é o combustível principal de toda essa história. É primordial acreditar na verdade da frase em torno da Imagem da Mãe, que está em todos Santuários de Schoenstatt, “O SERVO DE MARIA JAMAIS PERECERÁ”. Nós cremos nessa verdade, nós cremos que em tudo a Mãe cuida, até em todo sofrimento Deus providencia por amor, para o nosso maior bem! Em tudo dai Graças! Só um pedido: Que minha família experimente essa verdade até a Eternidade! Amém! Só uma coisa é necessária para esta experiencia ser concreta: Que deixemo-nos mover a ação do Espirito Santo à vontade do Pai. Docilmente como nosso Pai e Fundador nas mãos da Mãe de Deus! Quanto mais experimentamos mais amamos!!

Sonia e Francisco Canale IX Curso/SP

SONIA E FRANCISCO CANALE / IX CURSO/SP SANTA BARBARA D'OESTE/SP
TESTEMUNHO DE FLÁVIA GHELARDI – XIII CURSO

Minha história no Movimento de Schoenstatt começou antes mesmo do meu nascimento. Minha mãe já fazia parte do Ramo das Mães e assim fez a novena “Nova Primavera de Deus” enquanto estava grávida, me consagrando ainda em seu ventre a nossa Mãe e Rainha. Lembro de desde pequena frequentar o Santuário da Esmagadora da Serpente, em Londrina, e por volta dos 7 anos de idade, comecei a frequentar as reuniões da “Luz do Reino”, que hoje são as Apóstolas Luzentes de Maria. Assim, a imagem do Pai Fundador sempre fez parte da minha vida espiritual, apesar que foi apenas na época que participei da Jufem que meu relacionamento com ele se aprofundou. Foi tudo muito orgânico (como não podia deixar de ser). Eu já sabia dos três pontos de contato (Santuário, MTA e Pai Fundador), então resolvi conhecer um pouco mais sobre o Pai, já que o Santuário e a Mãe eram bem “óbvios” pra mim. Eu sabia de algumas coisas bem básicas: ele havia fundado o Movimento junto com alguns seminaristas, havia sido preso em Dachau e exilado em Milwaukee. Então li pela primeira vez: “Padre Kentenich, como nós o conhecemos”, escrito pela Ir. M. Annette Nailis. Foi “amor à primeira vista”. A partir daí, comecei a ter um relacionamento mais pessoal com o Pai. A Ir. Adriane Maria, na época Assessora da Jufem, me ensinou a pedir a benção do Pai sempre que precisasse e também na oração da noite. Faço isso até hoje e já ensinei meus filhos a pedirem também! Quando tinha alguns meses de namoro com o Luciano, trouxe para ele de um encontro da Jufem em Atibaia uma foto do Pai com alguns dizeres, falando que ele ainda não conhecia aquele “senhor de barba”, mas que ele era uma pessoa muito importante na minha vida. Eu queria que ele também pudesse conhecer o “meu” Pai. Aos poucos fui lendo outras biografias, além dos textos que ele escreveu para a Jufem. Depois que “mudei de Ramo” (ou seja, casei) passei a ler o que havia escrito para as famílias. Porém, foi num momento de sofrimento extremo que realmente agradeci a Deus por ter me presenteado o Pai Fundador. Estava grávida da minha quarta filha, a Júlia e ela havia sido diagnosticada com uma doença rara o prognóstico era ela morrer logo após o parto. Rezando em nosso Santuário-lar logo após este diagnóstico horrível, lembrei de um conselho do Pai Fundador, que havia lido já há algum tempo na Revista Tabor em Páginas. Era mais ou menos assim: “Quando a gente não consegue fazer mais nada, amar a gente sempre pode.” Neste momento, senti uma paz enorme e soube que a Júlia, mesmo que não conseguisse fazer nada humanamente falando, ela poderia amar e ser amada e sua vida era muito preciosa para Deus. Este conselho tem sido muito útil também nos últimos anos, em que lutei contra dois tipos de câncer: linfoma e tiroide. Precisei fazer transplante de medula em 2014 e, mesmo estando livre do câncer, ainda lido com alguns efeitos colaterais do tratamento. Assim, quando ficar de cama, então penso que estou no meu “apostolado horizontal”: mesmo não fazendo nada, amar eu sempre posso. Em setembro/14 mais uma grande graça: o Luciano e eu pudemos selar nossa Aliança Filial com o Pai Fundador, no Santuário da Permanente Presença do Pai, em Atibaia. Foi um momento muito marcante em nossas vidas e em nossa caminhada no Movimento. Sempre sentimos o Pai Fundador como um verdadeiro Pai para nossa família, mas nesse momento pudemos “oficializar” nossa posição como seus filhos e colaboradores.

FLÁVIA GHELARDI - XIII CURSO/SP CAMPINAS/SP
TESTEMUNHO PE. OTTOMAR

O meu primeiro contato com o Pai Fundador começou ainda muito jovem, quando trabalhava na biblioteca dos Irmãos Maristas. Chamou-me atenção um livro pequeno, escrito em alemão ainda com letras góticas. Seu superior lhe informou que se tratava do “Rumo ao Céu”, livro de Padre Kentenich, “o fundador do movimento que tem um santuário, onde as pessoas rezam a Maria em frente ao Santíssimo”, explicou-lhe com uma ponta de sarcasmo. Apesar da crítica, tentei decifrar o pequeno caderno em versos, com o que sabia de alemão, e me vi encantado com o pouco que captei. No final da década de 1940, o provincial do Brasil Meridional dos Maristas, Irmão Vendelino, conheceu Padre Kentenich em uma viagem de trem. O encontro foi o despertar de uma relação entre os jovens irmãos e o carisma schoenstatteano. Para mim, o amor à pedagogia de Schoenstatt só cresceu e foi assim que, em 1966, parti para a Europa em busca do Pai Fundador. Cheguei decidido a falar com o Pai Fundador, mas já me avisaram que seria muito difícil, pois ele tinha acabado de voltar do exílio. Eu perguntei ao Padre Klein como poderia conseguir um contato e ele me disse que fosse à casa de formação e conversasse com a secretária de Padre Kentenich. Eu fui até lá e ela também me falou que era quase impossível, mas pediu que eu voltasse no outro dia às 12h, pois poderia cumprimentá-lo quando ele passasse pelo corredor. Às 11h30 do outro dia, eu já aguardava e ele abriu os braços e disse “é esse o brasileiro que quer falar comigo”. Passou a mão pelo meu ombro e me levou até uma sala. Ele fez várias perguntas e uma delas me marcou: se os maristas já dormiam em quartos privados. Tinha sido justamente a minha turma que havia implementado essa mudança. O tempo foi passando e eu já estava angustiado. Precisava lhe fazer uma pergunta, pois eu tinha largado a minha comunidade para ingressar em outra recém-formada, a dos Padres de Schoenstatt. Eu precisava saber se essa era uma vontade de Deus. Apresentei a ele uma bandeira de nosso país e pedi a sua bênção, ele estendeu as mãos sobre o tecido e disse que abençoava os filhos de Schoenstatt do Brasil do passado, presente e futuro. Essa é uma relíquia histórica que está atualmente em São Paulo. Recordo que depois desse encontro, pensava sobre o Pe. Kentenich: assim deve ser o Pai do Céu! Por fim, eu não precisei perguntar nada. Ele me disse “se o senhor quer ser padre de Schoenstatt, a única coisa que não pode esquecer é que sua missão entre os maristas continua”. Em 1967, eu entrei na faculdade para cursar teologia. Eu pensava que iria ser privilegiado, pois estava na universidade logo após o Concílio Vaticano II. Mas eu e os outros seminaristas entramos em uma crise de fé muito grande. Chegou um ponto em que eu não conseguia me ajoelhar diante do Santíssimo, tão grande era minha dúvida. Diante daquela situação, o Padre Kentenich foi chamado para nos pregar um retiro. Antes do início das palestras, ele passou na sacristia e eu era o sacristão. Ele lia nos olhos das pessoas o que se passava em nosso coração e assim me estendeu a mão. Como todo bom alemão, ele não era de dar abraços ou ficar muito tempo tocando em uma pessoa, mas naquele dia ele segurou a minha mão cerca de um, dois minutos. Quando ele terminou, eu estava aliviado, era a mão paternal. Daquele dia em diante, nunca mais tive nenhuma crise de fé.

Padre Ottomar Schneider Jaraguá/SP