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TESSTEMUNHO ARON PETRUCCI

Desde que me lembro, meu pai sempre trabalhou como viajante. Por muitos anos foi vendedor e propagandista de diversos laboratórios farmacêuticos. No início na década 70, começou a trabalhar em uma conhecida empresa nacional do ramo de produtos de limpeza. Nessa época nos mudamos para Curitiba, para que ele assumisse sua gerência regional. Assim foi por um curto período, depois, por problemas de saúde causados pelo clima da Capital Paranaense, deixou esse emprego e voltou a ser viajante, agora de uma conceituada companhia de gás.

Por volta do ano de 1973 ou 1974, deixou esse emprego, por razões que desconheço, e passou a ser representante comercial, primeiramente de uma empresa de tecidos, depois de uma empresa de bebidas, mas não deu certo.

Nessa época ele ficou sem trabalho por meses. Me lembro de sua rotina: saia de casa cedo para procurar trabalho, mas voltava sem nada concreto. à tarde, geralmente permanecia em casa, triste, apático, falava pouco. No dia seguinte tudo se repetia. Assim foi por muito tempo.

Em um domingo à tarde, vi algo diferente em minha casa. Por várias vezes vi minha mãe, sozinha, se fechar em seu quarto por alguns minutos e logo sair. Isso se repetiu muitas vezes.

Fui até ela e perguntei o que estava acontecendo. Ela me disse que estava fazendo uma novena, em nove horas, para que meu pai conseguisse trabalho. Em seguida me mostrou um pequeno “folder” com uma foto de Nossa Senhora, uma capelinha e um Padre idoso e barbudo. Não me dei ao trabalho de ler o que estava escrito. Muitos anos mais tarde descobri que era a oração pedindo a canonização do Pe. José Kentenich.

Na manhã seguinte, segunda-feira, a rotina de meu pai se repetiu, mas, ao voltar próximo ao almoço, meu pai disse que tinha recebido uma proposta para se tornar representante de algumas empresas do ramo de material elétrico.

E assim foi pelos próximos 25 anos, até sua aposentadoria.

Sei que ela estava muito agradecida por essa graça recebida, mas eu, com cabeça de criança, e depois com o esquecimento trazido pelos anos, nunca agradeci a Deus, à MTA e à intercessão do Pe. José Kentenich por aquela tão importante graça recebida; aproveito agora para fazê-lo em público, junto a meus irmãos na União de Famílias.

ARON LOPES PETRUCCI/ III Curso/PR Londrina/Paraná
TESTEMUNHO FAMÍLIA SANTOS

 Nosso testemunho tem uma ligação muito forte com nossa caminhada na União de Famílias de Schoenstatt, onde vivenciamos nossa inscriptio. Eu Cristiani e Ademir, somos casados há 23 anos, temos três filhos: Mateus (16), Vinícius (12) e Letícia (10), somos membros do XII Curso da União de Famílias em Londrina/PR, e neste ano enfrentamos uma árdua e difícil batalha, que acreditamos por muito pouco não teve um final bem diferente do que vamos relatar...

Neste ano de 2018, fomos surpreendidos com um problema de saúde com nosso filho Vinícius. Uma queixa inicial de dor de barriga e mal-estar que pensamos ser uma simples virose. Era dia 18 de maio, dia da Aliança de Amor, levamos ele ao pronto atendimento hospitalar e fomos surpreendidos com o diagnóstico de um apêndice supurado. No dia seguinte a cirurgia foi realizada e foi um pouco mais complicada do que o esperado. Ele ficou uma semana no hospital se recuperando, mas ainda não parecia muito bem, apesar do médico dizer que era normal. Ele teve alta mas ficou em casa apenas um dia, pois começou a passar mal com febre e precisamos voltar para o hospital.

Nessa segunda internação descobriram que teve complicações que formou dois abcessos no abdome e um derrame pleural. Precisou de uma nova cirurgia, onde foi colocado também um dreno. Depois de quatro dias, outro procedimento foi necessário para colocação de mais um dreno, por causa de um acúmulo de líquidos.

Neste momento iniciou uma grande corrente de oração de todos os nossos familiares, amigos, catequistas, amigos da escola, grupo de oração, todos os ramos da obra de Schoenstatt de Londrina e também da União de Famílias, que se revezaram 24 horas em oração e muitas pessoas que nem conhecemos mas que mandavam mensagens que estavam orando pela vida do Vinicius, por isso nossa eterna gratidão. Ele foi melhorando aos poucos, teve alta do hospital depois de 25 dias de internação, e continuou o tratamento em casa por mais 15 dias com antibióticos até ficar totalmente curado.

O que nos sustentou durante todo esse tempo foi nossa entrega nas mãos da Mãe Três Vezes Admirável de Schoenstatt, nas mãos de Jesus e pedimos muito a intercessão de nosso Pai Fundador Pe. José Kentenich, pois ganhamos uma relíquia dele das mãos das irmãs de Maria de Schoenstatt a qual nos acompanhou durante todos os dias de internação. Conseguimos passar por tudo isso com tranquilidade, confiando que a Mãe de Deus estava conduzindo tudo.

O Vinícius se manteve sempre tranquilo, ele é um menino calmo e um grande guerreiro. Um verdadeiro Pioneiro de Schoenstatt! Essa também foi uma grande graça que recebemos nesse período: a tranquilidade de passar por toda essa tormenta.

Recebemos das mãos de Jesus e Maria, e das mãos sacerdotais de nosso Pai Fundador a graça de termos nosso filho plenamente recuperado, vivo, sem nenhuma sequela. Experimentamos a graça da paciência, da tranquilidade e da confiança vinda através do exemplo do Pe. José Kentenich que enfrentou tantas dificuldades em sua vida, mas sempre se manteve tranquilo no colo da Mãe de Deus.

Nosso Santuário-lar tem o ideal da Mãe e Ranha da Divina Providência, foi coroado como Rainha da Confiança. Acreditamos que essa confiança na amorosa providência que o Pai nos concede, sustentou e nos guiou nesse período.

Nosso muito obrigado a todos que nos acompanharam, gratidão.

‘Família Santa do Pai, Apóstolos vitoriosos na Aliança de Amor’./ XII Curso/PR

Ademir José Correia dos Santos e Cristiani Lopes dos Santos.

Ademir José Correia dos Santos e Cristiani Lopes dos Santos. Londrina/Paraná
PAI E FUNDADOR ME ENSINOU E AJUDOU A ANDAR SOZINHA

Em nossa vida por muitas vezes sentimos a presença do Pai e Fundador, porém, uma ficou e ficará gravado em nossos corações, segue nosso relato abaixo: Tivemos nossa primeira filha via adoção e por conta de ter nascimento muito cedo, com 26 semanas, de tudo o que os médicos disseram que poderia ter de sequelas ficou apenas uma DIPLEGIA, porém, os médicos nos avisavam com frequência que ela só andaria com apoio. Aos 4 anos de idade usava um andador para se locomover e um dia quando fazíamos a Oração da Noite em nosso Santuário Lar Rainha da Fortaleza, ela (nossa filha) havia decorado a novena do Pai e Fundador e neste dia nos disse “agora vou rezar todos os dias e pedir ao Pai que me ajude a andar sozinha, não quero mais usar o andador”, isto nos angustiou profundamente, fomos conversar com a equipe médica e eles nos dizia que não seria possível e que deveríamos dizer a ela que isto não aconteceria pois ela não tinha o formato do calcanhar desenvolvido, andava com ajuda do andador e na ponta dos pés (bailarina). Ficamos mais angustiados ainda e ela a cada dia fazia a novena e dizia eu vou andar sozinha, o Pai Fundador vai me ajudar. O Pe. Otomar disse que nós deveríamos apenas rezar com ela, pois, ela era uma menina de muita fé. Passaram um ano dela fazendo a Novena, fomos passar seu aniversário dela de 5 anos (08/07/2005) em Curitiba, levantamos bem cedo, estava muito frio e fomos ao Santuário para a oração da manhã, levei-a no colo, pois, existe uma subida do quarto, onde estávamos até o Santuário, ela nos pediu que sentasse em um banco que fica bem na frente do Santuário, quando sentei, logo fui montar o andador e ela então me disse: - “Mamãe hoje vou andar sozinha, porque eu pedi ao Pai e Fundador, vou dizer bom dia a Mãe de Deus e volto, não venha atrás de mim, se eu cair, deixe, eu vou levantar e andar de novo”. Neste momento meu coração disparou e ela foi sozinha, andou um pouco e caiu, se levantou e continuou, entrou no Santuário, disse bom dia a Mão de Deus e voltou em uma alegria enorme. Desde esta data 08/07/2005 ela começou a andar sozinha, caiu muitas vezes, mas se levantou, foi preciso uma cirurgia de grande porte para alongar as perninhas e refazer o calcanhar, ficou 3 meses de gesso e quando tirou, continuou a andar e nos dizia com alegria “o Pai e Fundador me ensinou e ajudou a andar sozinha”. Os médicos não acreditaram quando ela entrou andando no consultório e nos diziam “como pode ela não tem os calcanhares formados e é rígida”, mas nós sabemos que a fé de nossa filha e a intercessão de nosso Pai fez acontecer esta tão grande graça.

Família Massote/ IV Curso da União Florianópolis - SC
Nosso Pai e Fundador e o sofrimento

Conheço o padre Kentenich há 40 anos. Minha relação com ele começou por uma novena que rezei para passar no vestibular em Medicina. Deu certo! Em todos estes anos o conhecimento virou amor e uma gratidão profunda por me fazer sentir tão próxima de Deus por sua intercessão e transparência e termos como causa segunda, cabeça transtemporal se tornaram vida e intimidade. Hoje quero testemunhar sua presença em minha vida principalmente através da educação para o sofrimento. Nossa vida é permeada de pequenos sofrimentos e em algumas ocasiões o Bom Deus nos presenteia com alguns “ mais preciosos “. Esta visão adquiri ao conhecer a vida do meu Fundador e agora como filha, experimento com ele este viver. Em 2014 fui para o Centenário em Schoenstatt com uma missão invejável. Acompanhar as jovens da JUFEM, junto com as irmãs Lidiane e Ana Maria, que não iriam acompanhadas de seus pais. Fui cheia de Boa Vontade e com uma alegria incomparável. Acompanharia também minha filha Maria Clara, que acabaria como participante do filme Sementes de um Mundo Novo. Tudo maravilhoso! Subimos e descemos montanhas cantando e rezando diariamente. Dormimos no chão. Cansamos e nos alegramos como nunca, até que no dia 20 de outubro ao sair do Ginásio onde estávamos “hospedadas”, senti uma dor aguda na região lombar que me paralisou os movimentos. A muito custo consegui entrar no ônibus e daí para frente a dor foi minha algoz e companheira por intermináveis 60 dias, quando me submeti a uma cirurgia de hérnia de disco. Assim terminei meu ano Jubilar- debilitada num pós-cirúrgico bem complicado e com uma recuperação lenta e trabalhosa. Quando iria imaginar esta predileção? De me sentir tão próxima ao meu Fundador, expert em sofrimento, no Jubileu da Aliança de Amor. Como estar mais unida a ele, ao Santuário e à MTA do que pela dor? Como viver mais o Sim Pai e a Inscriptio do que aceitando o sofrimento como um privilégio?! Ao fazer minha carteira de identidade aos 18 anos fui presenteada com um número singular:2014181818. Até então interpretava o número em partes: o 20 era de janeiro de 42, o 14 de 1914, da Fundação. E os três 18 como sinal da Mãe Três Vezes admirável como Rainha da minha vida. A partir deste episódio descobri que em 2014 na minha 3ª ida a Schoenstatt eu fui presenteada com a dor física mais prolongada que já tive, capaz de comprovar no mínimo por 3 vezes minha fidelidade à Aliança de Amor e a oportunidade de fazer um grande Capital de Graças. Este ano de 2018- Jubileu de 50 anos da volta de nosso Pai e Fundador ao lar Eterno e 25 anos da Fundação da União no Brasil pela Consagração do nosso 1º Curso Familia Patri Fidelis, nos preparou mais uma oportunidade de viver esta Filialidade. ..........Em 28 de Agosto, desta vez não só eu, mas toda nossa família, foi atingida pela espada da dor. Nossa neta Verônica, prestes a nascer, morreu no seio materno. A dor foi inimaginável. Dilacerante. Os medos que temos ao fazer a Inscriptio, relativos a nossa vida de família, às perdas que podemos ter, foram ultrapassados. Nada podia ser pior. Mas era justamente isto o que o Bom Deus tinha para nós. Estas fraldas eram as que a Mãe de Deus nos oferecia ... Dois dias antes Thomé e eu havíamos feito o retiro dos Cursos perpétuos cujo tema foi Nossa vida à luz da fé. Nele o padre Rodrigo Cabrera desenvolveu a partir de nosso Fundador temas como a morte, purgatório, anjos e Vida Eterna e a escolha privilegiada de alguns para sofrerem mais ainda unidos à Cristo. “ Se somos membros de Cristo é natural que participemos de sua sorte e de sua vida “ Ao receber a notícia não conseguia acreditar e muito menos entender o que havia acontecido com a bebê. Estava na rua, corri para uma Igreja e ao me ajoelhar lembrei do Retiro! Era como se Deus Pai soprasse em meu ouvido; ”Saí do Pai, vim ao mundo e volto ao Pai “ Eu estou contigo, sempre estive e usei das palavras do meu filho Kentenich para te preparar. A dor era lancinante, mas sem desespero, porque tudo tinha um grande e precioso Sentido. Que muitos de nós possam experimentar esta presença amorosa do Fundador que ultrapassa o tempo e a história nas suas vidas é o que peço à Mãe Admirável. Viver isto é uma graça que devemos pedir. A graça da Filialidade Heróica, que se manifesta em relação ao Bom Deus através de nossa vinculação ao Fundador, principalmente nos momentos de dor e sofrimento. E quando a dor for muita peça para o Pai Fundador cantar na porta do seu quarto, como ele fazia todas as manhãs para um irmão palotino em Milwaukee, apenas para alegrá-lo e tornar seu dia mais feliz!

Tomé e Rosangela - I Curso RS Santa Maria/RS
UM RETRATO DO PAI

O início de nossa história com o Pai aconteceu durante os preparativos do nosso casamento, momento em que fomos presenteados, pelo casal Edson e Rosângela (Instituto das Famílias), com um belo retrato do Pai e Fundador que haviam trazido de Santiago no Chile. Quando compraram este retrato, eles não sabiam para quem seria, mas fizeram questão de oferta-lo no altar do Santuário de Bellavista oferecendo a Mãe de Deus e ao Pai e Fundador. Naquela ocasião eles nos ajudavam na preparação da cerimônia do nosso casamento. Nós, dois jovens sonhadores, não imaginávamos a grandeza do presente que recebíamos. Atualmente, este retrato está emoldurado e faz parte do nosso Santuário Lar. Nestes 21 anos de casados percebemos que o Pe. Kentenich veio ao nosso encontro, pegou-nos pelas mãos e caminha conosco nos auxiliando no crescimento da santidade da vida diária e na santidade matrimonial para que juntos, como um casal cristão e mariano, conquistemos a santa pureza e a unidade perfeita de almas em sintonia com Deus Uno e Trino. Quando contemplamos o retrato do Pe. Kentenich no Santuário lar, através dos “olhos do Pai”, vislumbramos uma maneira diferente de viver a vida: o seu olhar firme e penetrante abre os nossos olhos para que vejamos com mais atenção o mundo que nos rodeia, reparando em cada pormenor, por mais insignificante que pareça, e sua razão de existir. É como se ele nos dissesse “Vejam! Prestem atenção na Divina Providência!” O seu olhar desperta em nós o sentido de missão e nos faz procurar a vontade de Deus na vida cotidiana, na família, no trabalho, em cada lugar, em cada pessoa, em cada acontecimento. Viver com sentido de missão é se sentir enviado por Deus para levar o seu Amor àqueles que nos rodeiam. Isto supõe decidir a cada momento - sob o impulso do Espírito Santo – o que fazer em função dessa missão que dá conteúdo e finalidade à nossa passagem nesse mundo. As pupilas dos “olhos do Pai”, desperta em nós a confiança de que o cultivo da aliança de amor com Maria favorece o nosso crescimento no amor e dá sentido para a nossa vida matrimonial. Esse exercício diário, faz-nos permanecer em estado de missão permanente em todos os ambientes e pessoas que Deus coloca em nosso caminho. As nossas contribuições ao Capital de Graças são como uma vacina contra o pecado, fortalecendo a nossa vontade para estar sempre unida com a vontade de Deus e também nos ensinam a gratidão e o louvou a Deus até nas pequenas conquistas da vida. Os “olhos do Pai” nos inspira a cultivar o espírito da Imaculada em cada ação, pensamento, sentimento e atitude do nosso cotidiano. Em nossas dificuldades, fraquezas e fragilidades constatamos a grandeza e a santidade de nosso Pai e Fundador que, apesar das inúmeras dificuldades, soube purificar e alinhar a sua vontade com a vontade de Deus. Ao fixar o olhar nos “ouvidos do Pai” em seu retrato, desperta em nós uma maneira diferente de escutar a Palavra de Deus e descobrir o amor que Ele tem por nós. Com o Pe. Kentenich nós aprendemos a ouvir para além do que é dito, interiorizando a mensagem e procurando nos transformar numa pessoa melhor, num autêntico filho de Deus, que luta pela santidade. Os “ouvidos do Pai” nos ensina que devemos ter uma intensa vida de oração. Em nossa casa sempre cultivamos a oração diária em família em nosso Santuário Lar. Educamos nossos filhos na fé, mas com a consciência de que são livres e que a escolha sempre será deles. Através dos “ouvidos do Pai” também compreendemos que se quisermos manter vivo o ardor missionário, será necessária uma decidida e plena vida de oração. Ou seja, escutar Deus em primeiro lugar! Nós dois, como casal, decidimos livremente seguir alguns exemplos do Fundador em relação a oração. Atualmente, procuramos escutar Deus através da Missa diária, da leitura da Palavra de Deus, em algumas orações vocais do Rumo ao Céu, na reza do terço mariano, do terço da Divina Misericórdia, de orações ao Espirito Santo, na adoração ao Santíssimo no Santuário durante a semana, na frequência ao Sacramento da confissão e direção espiritual quinzenal. Este momento com Deus tem sido fundamental para nossa vida pessoal, matrimonial e familiar. São momentos que geram um profundo crescimento em nós. Um outro aspecto que despertou em nós, durante estes 21 anos de casados ao contemplar os “ouvidos do Pai” foi a abertura e a disposição de nosso interior para ouvir, dialogar, ter empatia e compaixão entre nós dois e com os nossos filhos. Crescemos e avançamos positivamente em nossa relação conjugal, hoje somos companheiros, um porto seguro de amor, de abrigo, de confiança e misericórdia um para o outro. Quando aprendemos a ouvir o outro passamos a conhecê-lo e somos capazes de amar verdadeiramente e retirar do meio de nós todo tipo de preconceito e julgamentos. Através da “boca do Pai” começamos a proclamar a outros casais e jovens que é possível viver a santidade matrimonial no tempo atual apesar das ideologias existentes na sociedade. Com o Pe. José Kentenich aprendemos a amar, viver, pensar e agir como cristãos católicos de maneira orgânica em todos os lugares. É isso que buscamos em nossa vida diária: ser uma só pessoa em qualquer lugar. Somos livres para amar um Deus que chama, um Deus que é amor e que põe em nós o amor para amá-Lo e para amar aos outros. A missão apostólica, que preenche toda a nossa vida, não é um encargo que alguém nos impõe, nem uma carga que se soma às nossas obrigações cotidianas, é a expressão mais exata da nossa própria identidade e liberdade que Maria nos fez descobrir na aliança de amor. Nesse sentido, a vida de São Paulo é para nós sempre uma fonte de inspiração. Por isso, nunca cansaremos de repetir: “O amor de Cristo nos impele! ” Assim, em jeito de retrato, podemos concluir que realmente nós descobrimos o Rosto do Pai, vendo através dos seus olhos, escutando com os seus ouvidos e falando palavras da sua boca e o mais importante, amando e sentindo com o seu coração.

Marcus e Simoni Bilhão - IV Curso Londrina/Paraná